{"id":4204,"date":"2019-08-29T03:36:00","date_gmt":"2019-08-29T03:36:00","guid":{"rendered":"https:\/\/gynrockcity.com.br\/?p=4204"},"modified":"2022-12-29T03:42:17","modified_gmt":"2022-12-29T03:42:17","slug":"do-you-speak-english","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gynrockcity.com.br\/en\/do-you-speak-english\/","title":{"rendered":"Do you speak English?"},"content":{"rendered":"<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"4204\" class=\"elementor elementor-4204\" data-elementor-settings=\"{&quot;ha_cmc_init_switcher&quot;:&quot;no&quot;}\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-6d73500 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default jltma-glass-effect-no\" data-id=\"6d73500\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\" data-settings=\"{&quot;_ha_eqh_enable&quot;:false}\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-57c031f jltma-glass-effect-no\" data-id=\"57c031f\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-8fb4173 jltma-glass-effect-no elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"8fb4173\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Em 2018 a EF (Europeiska Ferieskolan) divulgou um relat\u00f3rio que mediu o \u00edndice de profici\u00eancia em ingl\u00eas de pessoas de 88 pa\u00edses e regi\u00f5es ao redor do mundo. De acordo com os organizadores da pesquisa, \u201cTrata-se de um teste padronizado com pontua\u00e7\u00e3o objetiva, desenvolvido para classificar as habilidades lingu\u00edsticas dos participantes em um dos seis n\u00edveis estabelecidos pelo CEFR (Common European Framework of Reference \/ Quadro Europeu Comum de Refer\u00eancia)\u201d. Nesse ranking o Brasil ficou em 53\u00b0 lugar, uma queda significativa comparada \u00e0 posi\u00e7\u00e3o de 2017 que foi 41\u00b0. Para mais informa\u00e7\u00f5es sobre o teste \u00e9 s\u00f3 clicar <a href=\"https:\/\/www.ef.com.br\/epi\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>.<\/p><p>Bem, o resultado, apesar de bastante desanimador, n\u00e3o \u00e9 nem um pouco surpreendente. N\u00e3o \u00e9 novidade alguma que o nosso pa\u00eds, por m\u00faltiplos motivos, n\u00e3o se destaca pela habilidade do seu povo de se comunicar em uma segunda l\u00edngua. Essa \u00e9 uma das raz\u00f5es de eu sempre questionar artistas nacionais que atuam no Brasil, mas que optam por compor m\u00fasicas em ingl\u00eas. Na realidade Brasileira, compor em ingl\u00eas me parece uma forma certeira de tornar a sua mensagem inacess\u00edvel para uma grande parcela da popula\u00e7\u00e3o.<\/p><p>Eu sei que esse \u00e9 um assunto pol\u00eamico, pois questionar decis\u00f5es art\u00edsticas alheias \u00e9 complicado, fica parecendo que estamos ditando regras e querendo impor nossas prefer\u00eancias pessoais sobre o processo criativo dos outros, por isso gostaria de deixar bem claro que n\u00e3o \u00e9 essa minha inten\u00e7\u00e3o. Na verdade, o objetivo das minhas cr\u00edticas e questionamentos n\u00e3o \u00e9 impor regra alguma, muito menos desrespeitar a liberdade criativa alheia, mas sim propor uma reflex\u00e3o a respeito das raz\u00f5es que levam compositores brasileiros a compor em uma segunda l\u00edngua. Deixo aqui algumas perguntas e fico aberto \u00e0s respostas, pois esse assunto realmente me intriga:<\/p><p>Ser\u00e1 que ao compormos em outro idioma n\u00e3o estamos alienando um grande n\u00famero de f\u00e3s em potencial? Ser\u00e1 que compor em ingl\u00eas realmente nos deixa mais preparados para \u201cconquistar o mercado internacional\u201d? Ser\u00e1 que ao compormos em uma l\u00edngua que n\u00e3o \u00e9 nossa l\u00edngua materna, n\u00f3s n\u00e3o perdemos um pouco da nossa habilidade po\u00e9tica? Ser\u00e1 que a ideia de que a l\u00edngua inglesa \u00e9 \u201cmais musical\u201d ou \u201cfunciona melhor para o rock\u201d \u00e9 mesmo uma realidade ou simplesmente um mito?<\/p><p>Como voc\u00eas devem ter notado eu tenho muitas perguntas e poucas convic\u00e7\u00f5es sobre esse assunto. Imagino que futuramente essa pauta ainda resurgir\u00e1 por aqui. At\u00e9 l\u00e1 be safe, take care and keep on rocking my friends!<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 2018 a EF (Europeiska Ferieskolan) divulgou um relat\u00f3rio que mediu o \u00edndice de profici\u00eancia em ingl\u00eas de pessoas de 88 pa\u00edses e regi\u00f5es ao redor do mundo. 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